Brasília

Depois de uma semana perfeita em Belém, fui com minha prima finalmente visitar a capital do nosso país.

19894706_1776028379092733_4901645402843320285_nChegamos na quinta-feira à noite no hotel St. Paul Plaza, o qual eu super recomendo – aliás, Brasília, estruturada do jeito que é, tem uma parte da cidade só para hotéis! Então, quanto à localização, será boa não importa o hotel que você escolher. Mas demos sorte de ficar com uma vista linda para o Congresso Nacional, além de ser um hotel com preço acessível.

19731979_1774819765880261_8871989082944139328_nNa sexta-feira de manhã, fomos andando até o shopping Pátio Brasil, que ficava a uns 5 minutos do nosso hotel, e almoçamos por lá. Voltamos para o hotel, pois tínhamos fechado um passeio das 14h às 17h – não estou ficando velha e deixando os hostels e o espírito aventureiro de lado. Este passeio realmente valeu a pena  (assim como este hotel)!

A van passou para buscar a gente no hotel às 14h e de lá a primeira parada foi o Santuário Dom Bosco. Por fora ela não é tudo isso, mas por dentro… Eu nunca vi uma igreja tão linda na minha vida! Nem na Europa, hein! Na foto ao lado dá pra ter uma pequena noção de como ela é!

19875513_1774839589211612_9005407950478811508_nPassamos também pelo estádio Mané Garrincha e a próxima parada foi  o Memorial JK. Além do monumento (ao lado), tiramos foto também com o carro de Juscelino Kubitschek, mas não ficou muito boa para eu colocar aqui.

Depois, foi a vez de parar na famosa Catedral de Brasília: linda por fora, mas não tão linda por dentro quanto o Santuário Dom Bosco. Comparações à parte, as duas são espetaculares e vale a pena visitá-las, mesmo se você não for religioso. Nessas horas vemos quantas coisas bonitas tem no nosso país – muito mais até do que em outros países!

19665662_1774848412544063_7682989656342849183_nDepois da Catedral, hora de ir para a famosa Praça dos Três Poderes (ali pertinho). A praça é um espaço aberto entre os três edifícios que representam os três poderes da República:  o Palácio do Planalto (sede do Poder Executivo), o Congresso Nacional (sede do Poder Legislativo) e o Supremo Tribunal Federal (sede do Poder Judiciário), como vocês podem ver, respectivamente, nas fotos abaixo. Na Praça dos Três Poderes fica também a escultura “Os candangos”, inaugurada em 1959 em homenagem aos operários de todo país que ajudaram a erguer a capital.

 

 

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A foto ao lado mostra o Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, também na Praça dos Três Poderes. Que lugar lindo! Quantos monumentos lindos! É uma pena que dentro destes lugares tenha uma péssima administração para o nosso país, mas enfim…

Partimos então para a ponte JK, no lago Paranoá. Passamos por dentro da ponte e a van parou mais para a frente, em um lugar estratégico para conseguirmos a linda foto abaixo.

 

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19875500_1774929089202662_474358131632627350_nPor fim, visitamos o Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República (no caso, o Temer ainda reside no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente, por opção dele mesmo… E o “bonitão” mandou bloquear os acessos para o Jaburu para não ser incomodado, então não conseguimos visitar este Palácio).

Isso foi tudo para o segundo dia. No sábado, andamos do nosso hotel até a Torre de TV de Brasília, onde podemos subir gratuitamente e ter uma vista panorâmica da cidade, como vocês podem ver na foto abaixo.  A Torre fica no Jardim Burle Marx, pertinho do estádio Mané Garrincha, e há também uma fonte e um letreiro com os dizeres “Eu amo Brasília”.

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Esta área é conhecida como “eixo monumental” e representa o “corpo do avião” (o mapa da cidade é comparado a um avião) e divide a cidade entre Asa Sul e Asa Norte.

Perto da Torre de TV tem uma feirinha de artesanato, por onde andamos, e algumas barraquinhas de lanches também.

Depois, fomos andando até o shopping Brasília, onde almoçamos, e à tarde conhecemos também o shopping Liberty, um pouco menor, mas estávamos cansadas para irmos até os outros que são um pouco mais longe. Apesar de ser tudo perto, as avenidas e quadras são enormes e dá uma boa caminhada!

No domingo de manhã, já estava na hora de virmos embora… E agora é só contar os dias de novo para dezembro, nas próximas férias!

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Belém do Pará

Estação das docasHá 7 anos, meus tios se mudaram para o Pará a trabalho e só agora consegui finalmente visitá-los – calma, não sou tão desnaturada assim, eles não ficaram 7 anos morando lá direto; voltaram pra cá por um tempo e foram pra lá de novo. Além disso, eles vêm sempre pra cá e normalmente nos meus meses de férias eles estão aqui! Mas desta vez conseguimos combinar para eu ir até eles e aproveitar para passar calor enquanto aqui em São Paulo estava um frio insuportável!

Cheguei em Belém no dia 1º de julho, sábado, à tarde e eles foram me buscar no aeroporto. De lá, já fomos direto conhecer a Estação das Docas, onde vimos um pôr do sol lindo e comemos em um dos restaurantes – achei super legal porque lá é um lugar com

Estação das docas

vários eventos, shows, exposições etc. Quem quiser saber mais sobre o local, é só clicar no link acima. Como eles explicam, são “velhos galpões do cais do porto transformados em um complexo turístico”.

 

No domingo, fomos para Mosqueiro, a uma hora e meia de carro de Belém. No caminho, passamos por Ananindeua (onde meus tios moravam antes de Belém) entre outras cidades.Mosqueiro

Na ilha de Mosqueiro, conhecemos a praia do Paraíso, uma praia de água doce linda demais! Acho que eu nunca tinha tomado banho de rio… Não que eu me lembre! Pra mim foi perfeito: sem ondas, sem sair salgada da água… Uma verdadeira piscina natural! E pra fechar o dia, fomos tomar sorvete no famoso Cairu!

MosqueiroNos dias com o tempo mais fechado, aproveitamos para ir aos shoppings. Conheci três deles: o Grão-Pará, o Boulevard e o Pátio Belém.

Falando sobre tempo fechado, Belém é considerada a capital mais chuvosa do Brasil!

Ver-o-peso

Como eu sempre digo, nada é perfeito! Faz bastante calor, mas chove muito (Aí não dá, né!? Vou ter que me mudar para o deserto do Saara mesmo)!

Mas e a comida? Todos sabem que não gosto de açaí doce então imagine o salgado! Não provei nada muito exótico. Acho que típico de lá só provei o filhote, um tipo de peixe muito bom… Macio, sem espinha, tipo uma tainha melhorada! E de fruta, experimentei o mangostão, que é uma delícia também! Mas fomos comer em vários lugares muito bons,

Baía do Guajará

como o restaurante de comida saudável Mango, restaurante japonês etc. Viajar e comer fora é bom demais, né!?

Bom, eu não poderia ir para Belém e deixar de visitar o mercado Ver-o-Peso e comprar minhas castanhas, né!? Acima, foto das barraquinhas e da baía do Guajará, cartão postal do Pará.

Mangal das GarçasOutro lugar lindo que fomos visitar é o Mangal das Garças, conhecido como “um pedaço da Floresta Amazônica dentro de Belém”.

Vamos relembrar um pouquinho de geografia: a Floresta Amazônica ocupa quase metade do território brasileiro (além de alguns espaços em mais nove países), como podemos ver na foto abaixo.

FLORESTA AMAZONICA_jpg[2]Devido à sua posição geográfica, Belém é conhecida como a porta de entrada para a Floresta Amazônica, pois está situada às margens do rio Guamá (foto abaixo), na foz do rio Amazonas.

No Mangal das Garças, é possível ver mostras da flora amazônica, como a vitória-régia e várias espécies de aves. A entrada é gratuita e para saber mais sobre horários de funcionamento e outras informações, é só clicar no link acima. Rio Guamá

Para agradecer por esta viagem, só mesmo indo assistir uma missa na Basílica de Nossa Senhora de Nazaré.

Já saí abençoada para o próximo destino: Brasília.


Uruguai: Montevidéu e Punta del Este

Olá! Vim aqui para falar sobre o país visitado desta vez: o Uruguai. Na última semana, eu e minha mais nova companheira de viagens, minha mãe, passamos 4 dias neste país lindo e tão pertinho do nosso.
Para quem quer ir para o exterior, mas concorda que não está fácil ir para a Europa ou para Dubai agora, recomendo que visitem mais os países da América do Sul; as passagens são super baratas – muitas vezes mais baratas do que para outro estado dentro do nosso imenso país!

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Mercado del Puerto

Chegamos em Montevidéu na segunda-feira na hora do almoço, só deixamos as malas e já fomos direto almoçar no Mercado del Puerto, que ficava a 8 quadras do nosso hotel. O lugar é muito gostoso, com vários restaurantes e feirinhas vendendo lembrancinhas, além da música ao vivo – até lembra um pouco o Caminito, na Argentina.
Depois, andamos um pouco pela orla – ou ‘la rambla’, como chamam em espanhol. Como era bem próximo ao porto, não dava para entrar no mar, só bem mais para a frente – aliás, que praia extensa! Andamos de ônibus nos outros dias e isso me impressionou, talvez pelo fato de que minha cidade tem muitos morros que separam uma praia da outra.

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La Rambla

No segundo dia, fomos para Punta del Este, o momento mais esperado da viagem! Na verdade, queríamos conhecer Montevidéu também e é bem mais barato ficar na capital uruguaia do que em Punta, então unimos o útil ao agradável. Estava tudo certo para pegarmos o ônibus na rodoviária Tres Cruces, em Montevidéu, para Punta – tínhamos pesquisado e visto que sairia mais ou menos R$30 por pessoa – só a ida, depois seria mais R$30 na volta. Mas acabamos decidindo ir com uma agência indicada pelo hotel.

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Casa Pueblo

O ônibus passou para nos buscar por volta das 8:30 e devo dizer que foi uma boa escolha, pois fomos aprendendo com a guia turística e tivemos a oportunidade de parar numa cidadezinha muito bonita chamada Piriápolis, no caminho para Punta. Chegamos na famosa Casa Pueblo por volta das 11h30, 12h – aliás, devo deixar registrado que é bem difícil tirar uma boa foto da casa, pois ela fica de frente para o mar… Só se estivéssemos de barco ou helicóptero para conseguirmos uma boa foto. Então, fizemos o melhor que pudemos, com algumas ‘estripulias’ em cima das pedras e quase caindo no mar – tá bom, exagerei!

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Los Dedos

Partimos para o centro de Punta del Este, almoçamos próximo ao porto e fomos para o monumento ‘Los Dedos’ – agora minha mãe vai parar de me encher o saco, já tem várias fotos lá hahaha.
É importante citar que, para quem optar ir de ônibus comum, a rodoviária de Punta fica bem em frente ao monumento e à rua principal com as lojinhas… Maaas, seria bem complicado ir de lá para a Casa Pueblo, pois fica em cima de um morro, não sei dizer se tem ônibus de linha até lá. Ainda bem que fechamos este pacote com a agência!

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Pocitos

No terceiro dia, pegamos o ônibus 116 que passava em frente nosso hotel – ah, esqueci de dizer que ficamos na Avenida Uruguay – para Pocitos, onde fica o letreiro escrito ‘Montevideo’. Mais 365 fotos tiradas de todos os ângulos, voltamos e almoçamos de novo no nosso querido Mercado del Puerto.
O hotel onde ficamos não era dos melhores, mas estávamos muito bem localizadas. Acredito que todos os hotéis lá eram assim, pois estávamos na Cidade Velha, perto do Porto – para quem está lendo e é da Baixada Santista, é só imaginar o centro de Santos. Continuando, estávamos a 3 quadras da Avenida 18 de Julio, a avenida principal de Montevidéu. No final desta avenida, tem a Praça da Independência e o famoso teatro Solis. Passeamos bastante a pé por lá.

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Teatro Solis

Ah, algumas dicas em relação ao transporte: do aeroporto para o hotel era mais ou menos 45 minutos. Decidimos pegar uma van compartilhada, que custou 400 pesos uruguaios por pessoa (cerca de R$50). É super fácil de achar, o aeroporto de Montevidéu é bem pequenininho! Tem sempre a opção de pegar o ônibus de linha que deve sair bem mais barato, uns R$5 por pessoa, mas com malas e sem conhecer a cidade e saber onde devemos descer é complicado – é, estou ficando velha e menos aventureira!

Bom, espero que tenham gostado! Até a próxima viagem!


Foz do Iguaçu, Argentina e Paraguai

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Almoço em Puerto Iguazú, na Argentina

No último sábado fui com minha mãe e minha avó para Foz do Iguaçu. Há um ano eu dizia “conheci as cataratas do Niágara e ainda não conheço as de Foz”; estava na hora de mudar isso. Desta vez, nada de CVC ou outras agências de turismo, as convenci a ir por conta própria pois seria bem melhor.

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Punta del Este, Paraguai

 

 

 

 

Chegamos no sábado à tarde e só passeamos pela cidade e conhecemos o shopping Cataratas. No domingo fomos conhecer as tão sonhadas cataratas. Fomos com um rapaz -indicado pelo hotel onde ficamos – que faz passeios com o seu carro, como se fosse um táxi, só que saía bem mais barato. Como estávamos com minha avó, não quisemos ficar pegando ônibus, quisemos mais comodidade mesmo. foz0

As cataratas ficam dentro do Parque Nacional do Iguaçu, que é enorme. Tivemos que pegar um ônibus lá dentro (já incluso no preço da entrada) e há outras paradas ao longo do caminho. Há trilhas, o passeio de barco, o passeio de helicóptero, rappel, rafting, escalada etc. Mas apesar de ter ido no Snowland em Gramado com a gente, minha avó não é tão radical assim – ok, vou parar de colocar a culpa na velhinha, estava MUITO frio e eu mesma não estava a fim de fazer nada disso; queria mesmo era ver as cataratas. Então, só descemos na última parada.

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E que surpresa boa! Sem querer comparar mas já comparando, achei tudo mais lindo que as do Niágara, viu! Fizemos uma pequena trilha até chegar à parte em que tem aquela espécie de passarela (foto abaixo), onde ficamos bem pertinho do arco-íris e levamos um banho – aliás, não aconselho ninguém a ir no inverno MESMO!

Sonho realizado, a nossa próxima parada seria na cidade de Puerto Iguazú, na Argentina. Não fomos visitar as cataratas do lado Argentino, pois chega de banho por um dia, né? Mas fomos almoçar e matar a saudade do meu lindo bife de chorizo. Visitamos também o duty free da Argentina e voltafozmos para o Brasil – ah, a passagem pela fronteira foi super tranquila, só pediram nossos RGs, abaixamos a janela do carro e olharam para nossa cara e nos deixaram passar. E no Paraguai no dia seguinte não precisou nem disso… Passamos direto para a Ponte da Amizade como se nem estivéssemos passando de um país para o outro. Só na volta do Paraguai para o Brasil que olharam nossos documentos mesmo.

chegando argentinaNa foto à esquerda podemos ver a chegada à fronteira com a Argentina.

Bom, voltando para o domingo, na volta da Argentina fomos visitar o Marco das Américas ou Marco das Três Fronteiras, onde Brasil, Argentina e Paraguai se encontram, assim como os rios Iguaçu e Paraná, os dois rios que separam as três nações.

tres frontHá um obelisco em cada país, cada um pintado com as cores da sua bandeira. Estávamos do lado brasileiro e podíamos enxergar os outros obeliscos nos outros países. Convém citar que o posicionamento dos três obeliscos forma um triângulo equilátero e dizem  que isto representa a igualdade e o respeito entre os países.

Na segunda-feira, fomos finalmente para a cidade de Punta del Este, no Paraguai, como citei acima. Barraquinhas e vendedores ambulantes pelas ruas, mal conseguíamos andar… Ficamos mais dentro dos shoppings, pois eram mais confiáveis, menos perigosos. Alguns shoppings famosos são o Del Este e o Monalisa. Não achei nada que fosse tão mais barato assim – a não ser os produtos que víamos que não eram de boa qualidade. Mas valeu o passeio. Podemos dizer que passamos por três países em três dias haha.

indo paraguaiNa foto à esquerda podemos ver a chegada à fronteira com o Paraguai, onde passamos direto.

Na terça-feira já estava na hora de voltar pra casa e posso dizer que realizei mais um sonho! Qual será o próximo?


Natal em Gramado

É, eu paguei a minha língua. Fui para Gramado neste Natal, mas fui com um pacote da CVC… Logo eu, que sempre achei melhor organizar minhas viagens sozinha.

Bom, na verdade fui com minha mãe, minha vó e meu irmão… Um passeio mais família (o que explica o pacote), mas devo admitir que a experiência foi, em geral, positiva. Primeiro, me surpreendi ao ver alguns pacotes no folheto da agência: os preços estavam muito bons – considerando que quando tentei comprar só o avião e o hotel separados estava saindo mais caro que o pacote da agência.

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Enfim, admito que mudei um pouco meu conceito sobre as agências. Além do mais, foi tudo muito bem organizado, os passeios, o ônibus buscava a gente no hotel – bom, tudo isso que vocês já devem saber mas pra mim, com essa minha vida de couchsurfing e hostels, é novidade.

O lado ruim é esperar no ônibus quando tem alguma atração que não queremos visitar. Por exemplo, no nosso segundo dia na cidade fizemos um tour que tinha 9 paradas. Das 9, talvez 5 ou 6 nos interessavam… O restante do tempo tínhamos que ficar esperando – e Deus sabe o quanto eu odeio esperar!

Por outro lado, quando fomos na Harley Davidson e no Museu de Cera, achei pouco o tempo que nos foi cedido, gostaria de ficar mais tempo, aproveitar mais. É tudo muito preso e eu gosto de ficar mais livre, sabe!?

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Mas enfim, falando sobre Gramado que é o que interessa: chegamos na cidade no domingo, dia 20 de dezembro. Para quem não sabe, temos que descer no aeroporto de Porto Alegre e depois pegar um ônibus até Gramado – nesta hora foi ótimo ter feito o pacote, pois o transfer já estava incluso, foi bom ter esta comodidade!

Bom, chegamos no meio da tarde e apenas passeamos um pouco a pé – nosso hotel ficava bem no centro, tudo era walking distance. Tiramos bastante fotos desta cidade linda, toda enfeitada para o Natal.

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No segundo dia foi o tour que falei pra vocês com 9 paradas… Só me lembro das que me interessavam: Harley Davidson/ Museu de Cera pra começar. Podem me julgar, mas pra mim foi o ponto alto da viagem – quer dizer, também teve a fábrica de chocolate, a vinícola… Ah, enfim, não sei escolher um ponto alto pensando bem! O que eu quero dizer é que a cidade é mágica, encantadora… Os espetáculos de Natal são lindos… Mas eu gosto mais de motos, chocolate e vinho, oras… Fazer o quê?

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Depois paramos no Hollywood Dream Cars, o que também foi muito legal! Ah, pra deixar claro, as fotos em que estou em cima da Harley foram tiradas lá e não na Harley Davidson – nesta, não podíamos subir nas motos, enquanto no Dream Cars havia apenas três motos expostas para o pessoal tirar foto mesmo.

A próxima parada do nosso segundo dia foi no Mini Mundo, onde confesso que não achei tudo isso. Sim, as miniaturas são legais, um trabalho muito bem feito, mas eu não conhecia a maioria dos lugares expostos em miniatura… Por que não fizeram uma mini torre Eiffel ou um mini Coliseu? E o lugar era pequeno também… Vimos todas as exposições em 10, 15 minutos.

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Bom, logo depois partimos para Canela, cidade ao lado de Gramado. Lá visitamos o Parque do Caracol, onde tem a cascata, e andamos de bondinho, o que foi bem legal também.

O terceiro dia foi o dia de tour de compras. Começou super bem, com compras de chocolate na fábrica da Caracol, mas não gostei muito das lojas de roupas e sapatos que visitamos – mas como dizem, eu que sou “chata”, né… Pode ser que as “pessoas normais” gostem. À noite, fomos ao espetáculo Nativitaten, muito bonito, muito bem estruturado. E quem vai lá no Natal não pode deixar de assistir!

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No quarto dia fomos para Bento Gonçalves, na vinícola Aurora. Fiquei bem chateada porque na visita à vinícola eles não deixam mais a gente ver a parte das plantações de uva… Só podemos ver dentro da fábrica, os tonéis e tal… Além de fazer a degustação, seguida da “degastação”, como dizia nosso guia.

Bom, mais um ponto positivo do pacote da CVC: a locomoção para essas outras cidades… Neste dia, visitamos também a cidade de Carlos Barbosa, Garibaldi, Nova Petrópolis… O que ficaria bem difícil se estivéssemos por conta própria. Outra coisa bem legal foi o passeio de Maria Fumaça (se eu não me engano, ele ia de Bento Gonçalves até Garibaldi). Dentro do trem, teve música típica e até mini peça de teatro, além de mais degustação de vinho.

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No quinto dia, fomos para o Snowland, o parque com atrações na neve: ski, patinação e essas coisas. É legal? É, mas todos sabem que não aguento ficar naquele frio por muito tempo, então tinha que tomar o chocolate quente e sair um pouco de lá pra esquentar.

À noite já era a véspera de Natal e comemos num restaurante normal – melhor ceia de natal da minha vida, já que não gosto de comida de natal muito menos da bendita uva passa que todo mundo coloca em tudo! A ceia de Natal típica é oferecida na maioria dos lugares… Se trata de um buffet com comida e bebida à vontade… Mas tudo por um precinho de apenas R$200,00 por pessoa. Até parece que eu ia pagar R$200,00 pra comer um monte de coisa que eu nem gosto.

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Enfim, os dois dias seguintes foram livres, sem passeios, então não chegamos no hotel no final de tarde acabados de cansaço e conseguimos ir finalmente à rua coberta assistir a hora em que acendem as luzes da cidade… Sim, é lindo, mas a chuva estragou um pouco – além da quantidade de gente se espremendo no lugar.

Resumindo, é uma oportunidade que todo mundo deveria ter uma vez na vida porque te faz realmente sair da realidade.

A próxima – vou contar pra vocês já que já está programada – vai ser para Foz do Iguaçu em julho, com direito a comprinhas no Paraguai. Então até lá! Ou talvez até antes, vai que apareça uma mini viagem de última hora!?

Feliz 2016 com muitas viagens pra todos nós!


Passeios em Toronto, Quebéc e Ottawa

Depois de uma semana estudando em Montréal, no meu primeiro fim de semana livre no Canadá, fui para Toronto. A escola onde eu estudava organizava excursões, mas não havia mais vagas e bateu aquele desespero de começo… Porém, essa foi a melhor coisa que poderia ter acontecido, pois nós (eu e outros três amigos brasileiros) decidimos alugar um carro e dividir entre os quatro, o que acabou saindo mais barato do que se fossemos de ônibus.

Quase 7 horas cantando Red Hot Chilli Peppers na estrada, com direito a parada pra comer Taco Bell… Finalmente chegamos à região das Cataratas do Niágara. Deixo aqui este link para quem quiser mais informações sobre o lugar.

Ao chegar lá, a primeira sensação que tive foi “estou nos Estados Unidos” – sim, eu estava quase lá pois é bem na fronteira… Mas falando sério, tinha todos os meus restaurantes favoritos e tantas atrações, que mais parecia uma mini Las Vegas, com cassinos e muitas cores, como podemos ver na foto abaixo.

Fomos comer no T.G.I. Friday’s e partimos para o nosso passeio de barco nas cataratas… Como isso foi demais! Poder vê-la iluminada à noite então… Que sonho!

No dia seguinte, tomamos café da manhã e partimos para o centro de Toronto, onde fica a famosa CN Tower e o Royal Ontario Museum. Não subimos nem entramos em nada, foi tudo super rápido, pois ainda tínhamos mais 7 horas de volta e tínhamos que estudar segunda-feira de manhã. Mas devo dizer que estes dois dias foram suficientes… Na verdade, é melhor do que nada, né!? E eu achei tudo em Toronto muito grande, com muitos prédios… Já estava com saudade da minha charmosa Montréal e da minha casinha.

No fim de semana seguinte, chegou a vez de ir para Québec no sábado – desta vez, fui com a excursão da escola mesmo.

Québec é uma cidade linda, visitamos toda a parte do “Velho Québec” – ahh, passamos também pelas cataratas de Montmorency na ida –, mas é uma pena que choveu bastante durante o dia inteiro e fizemos o “walking tour” debaixo da chuva, tentando segurar o guarda-chuva e tirar foto ao mesmo tempo. Pra quem quiser ver mais sobre as atrações do Québec, deixo este site como sugestão.

Alguns dos lugares que visitamos foram o Château Frontenac (foto abaixo), a Place d’Armes, a Citadelle e a Colline Parlementaire.

Foram três horas de ônibus de Montréal até Québec. Saímos 9h e chegamos 12h mais ou menos. Na volta, cheguei em casa por volta das 22h e já me preparei para, no domingo, partir 9h para Ottawa.

Para visitar a capital do Canadá, fui por conta própria. Comprei as passagens na Gare Centrale de Montréal, a empresa foi a Greyhound, porém, não estava conseguindo comprar as passagens pelo site, então fui pessoalmente até a estação, que fica perto da estação de metrô Sherbrook. O preço não foi muito bom, paguei 73 dólares canadenses na passagem de ida e volta. Na escola, a excursão estava por 60, mas eles não aceitavam cartão de crédito e eu também queria ir para encontrar um amigo que mora lá então, se fosse com a escola, não teria a liberdade de fazer o que eu quisesse, teria que ficar seguindo o grupo.

Saí da estação central de Montréal no domingo às 9h e cheguei em Ottawa às 11h30. Meu amigo (foto acima, com a namorada) foi me buscar de carro na estação e passeamos pelo centro de Ottawa o dia todo. Entre as atrações principais, o Parlamento (foto abaixo) se destacava. Outra cidade linda que vai ficar na memória… Para quem vai pra Ottawa com mais tempo e quiser procurar mais atrações além do centro, sugiro este site.

Mais uma vez cheguei em casa (em Montréal) por volta das 22h, após 2 dias e 2 cidades visitadas, estava na hora de me preparar para voltar a estudar na segunda-feira, mas devo dizer que valeu muito a pena! Que país rico é o Canadá… dá vontade de conhecer tudo – mas devo dizer que Montréal continua sendo minha favorita, não tem jeito hahaha…

Bom, agora a vida volta ao normal e o jeito é esperar a próxima viagem… Só pra finalizar, muita gente me pergunta porque eu não sou comissária de bordo ou não trabalho com turismo, num navio etc. Bom, a resposta é simples: eu fico enjoada, não gosto do caminho… Amo viajar, mas odeio o caminho, se existisse teletransporte eu seria a primeira pessoa do mundo a querer usá-lo. Eu gosto de estar nos lugares, de ver que aquilo que a gente viu por foto existe, é real. Já pensei em passar uma temporada trabalhando em navio, até já fiz entrevista, mas no final acabei decidindo não ir. Não cuspo pra cima, não sei o que pode acontecer amanhã, mas por ora estou feliz dando minhas aulas – afinal, eu viajo durante minhas aulas também – e viajando sempre que posso nas férias.

Mas sim, vivo 365 dias por ano pensando em viagens, planejando, fazendo cotações e fico feliz de saber que tem muitos outros como eu… E quando acho que viajei bastante, sempre encontro alguém que já viajou bem mais do que eu e que tem tantas histórias e vejo que tudo que eu sei sobre viagens não é nada perto do que eles sabem… Ok, já comecei a dar uma de Sócrates e o post tá ficando filosófico rs… Mas resumindo, minha dica para as pessoas é que viajem sempre que possível! O mundo é grande demais para ficarmos a vida toda no mesmo lugar! Até a próxima!


Como Montréal me conquistou

Último dia de julho, o sonho acabou e eu não cumpri minha promessa de escrever enquanto estava no Canadá (realmente impossível, muita coisa pra fazer lá e queria aproveitar o máximo), mas estou aqui pra contar tudo pra vocês agora.

Como eu já tinha comentado antes, fui para Montréal fazer um curso para aperfeiçoar meu francês. A escola onde estudei se chama Académie Linguistique Internationale, estudava de segunda à sexta das 9h30 às 15h30. Foi muito bom poder fazer essa imersão na língua francesa, não só dentro da escola, mas fora também… Desde a “voz da mulher do metrô” até as placas, propagandas e as criancinhas falando francês do seu lado no ônibus. Coisa linda de se ver e ouvir!

Primeiro dia de aula... Farofeiros na escola!

Só não consegui ficar mais imersa pois fiz amigos de vários lugares lá na escola e alguns ainda estavam no nível básico de francês e não conseguiam se comunicar tão bem, então acabávamos falando em inglês. Sem contar as amizades que fiz com brasileiros, então não tinha como fugir do português. Mas até isso eu amei! Fiz quatro amigos brasileiros que viraram irmãos mesmo! Cada um de um estado diferente: a Raianny, do Rio, o Victor, de Belo Horizonte e o Cadu, que está morando em Palmas.

Meus brasileiros favoritos!

Além do mais, Montréal é uma cidade universitária, muitas pessoas vão pra lá pra estudar e parece que tem mais turistas e/ou imigrantes do que moradores mesmo. Então a presença do inglês nas ruas também é muito forte.

Normalmente acabávamos o curso às 15h30 e íamos passear pela cidade – isso quando não tínhamos “devoir” para fazer ou tínhamos que estudar para as provas. Na verdade, acho que eu mais estudei do que passeei em Montréal, mas valeu muito a pena!

Vieux Port

Entre os lugares que conhecemos em Montréal está o “Vieux Port” (foto acima), você pode descer nas estações de metrô “Place d’armes” ou “Champ de Mars” e passear ao longo do porto. As praças também são muito bonitas e, por ser verão, havia várias atrações pela cidade inteira – igualzinho à minha cidade, que coincidência, né!?

Ironias à parte, eram muitas, mas muitas atrações e muitos festivais mesmo! Não deu tempo de fazer quase nada, principalmente porque não parei em Montréal nos fins de semana; viajei para Toronto/ Cataratas do Niágara, Québec e Ottawa, como vou contar pra vocês no próximo post.

Festival International de Jazz de Montréal

Um dos festivais que fui foi o “Festival International de Jazz de Montréal”, na “Place-des-arts”, que vocês podem ver com mais detalhes no link. Infelizmente, cheguei no último dia, pois o festival aconteceu de 26 de junho a 05 de julho, mas pelo menos deu tempo de ir!

Quanto às outras atrações da cidade, com certeza não vou conseguir falar de todas, mas sugiro a quem está interessado em conhecer Montréal que jogue no google “principais atrações Montréal”, pois eu não tenho informação suficiente pra passar pra vocês, pois são muitas, muitas coisas mesmo!

Nós andamos bastante e passamos por vários lugares dos quais nem me lembro agora mas, tentando resumir, entre eles teve o “Mont Royal” – podem me julgar, mas eu não subi… Só andei ali perto, pela praça, parei para comer… Afinal pra que fazer esportes se a gente pode comer que é melhor, né!? Hahaha. No caminho até o parque do “Mont Royal”, passamos pelo “Musée des beaux-arts”, sem contar as universidades… Quem acha que as universidades não são uma atração, é porque não viu as universidades de Montréal, uma mais linda que a outra! Conheci também o “Stade Olympique” e o “Jardin Botanique” – que fica bem em frente, o “Marché Jean Talon”, onde podemos comprar não só frutas e legumes, mas doces e coisas gostosas – eu nem gostei, né!?

Stade Olympique

Sem contar as longas caminhadas pelas ruas e avenidas principais de Montréal, como a St. Catherine (onde, entre várias lojas, podemos encontrar o shopping Centre Eaton), a St. Laurent, a St. Denis, a Sherbrook, nosso barzinho preferido na estação Berri Uqam… Ah, são tantas coisas! Então, lembra que eu sempre falei que não tinha como escolher uma cidade favorita de todas que visitei? Então, mudei de ideia! Montréal ficou no meu coração de um jeito que eu não sei explicar!

Jardin Botanique

Bom, óbviamente eu conheci a Montréal do verão, cheia de festivais, cheia de vida… Mas mesmo durante aquele inverno de -30ºC, os moradores e turistas podem contar com a cidade subterrânea para fugir do frio. Pra quem não sabe, a cidade subterrânea de Montréal é o maior complexo urbano subterrâneo do mundo: são mais de 32 quilômetros de extensão com lojas, shoppings, restaurantes, cinemas etc. Ela fica aberta durante as horas de operação do metrô – das 5h30 da manhã até 1h00 da manhã do dia seguinte. Por falar nisso, durante a madrugada, enquanto o metrô está fechado, tem o “réseau de nuit“, a rede de ônibus noturnos. Eu peguei um desses ônibus voltando de um barzinho e posso dizer que funciona e muito bem! Passa no horário certinho, conforme informado na internet. Então os moradores de Montréal podem contar com o transporte público sem problema nenhum! Resumindo, mesmo com esse frio que faz, eles tem preparo, estrutura… Então sim, eu poderia morar lá pra sempre sem problemas!

Brasileiros... E um mexicano que virou brasileiro também!

Sem contar que poder comemorar meu aniversário nessa cidade foi o maior presente que eu poderia receber! Quem estava acompanhando pelo face, deve ter visto o que eu postei no dia: “Passar meu aniversário viajando e no ♡verão♡ é tudo que eu poderia querer! Como se nao bastasse, ainda teve ‘Joyeux anniversaire’ na sala de aula (pela primeira vez na vida eu estava dentro de uma sala de aula no dia do meu aniversário… nascer em julho dá nisso, tem que fazer curso de férias haha) e mais tarde, ‘parabéns pra você’ em várias línguas!”

Abaixo, foto da comemoração no barzinho irlandês perto da escola.

Aniversário no Canadá

Quem acompanhou pelo face, viu também o vídeo que gravei da casa onde fiquei. Só digo uma coisa: isso é uma viagem de verdade… Ficar assim numa casa com outros estudantes, ter o seu cartãozinho do metrô + ônibus, fazer compras no supermercado – devo salientar que achei tudo muito caro em Montréal, mas faz parte –, enfim, ter uma vida de morador no lugar, mesmo que por pouco tempo, é algo que o luxo do melhor hotel 5 estrelas do mundo não proporciona!

No próximo post vou falar pra vocês sobre as viagens que fiz para outras cidades do Canadá. Até lá!