Chegou a hora de contar sobre essa viagem super especial! Chegamos no Havaí no sábado por volta das 18h após 7 horas de conexão em Los Angeles.
Apesar do cansaço, pois no Brasil já seria 1h da manhã e estávamos viajando desde as 22h do dia anterior, saímos para aproveitar a noite na cidade pois nosso tempo lá era curto.

Não conseguimos chegar a tempo de assistir um show de hula porque começava às 18h30 e até pegarmos as malas no aeroporto e passarmos no hotel para deixá-las, acabou não dando tempo. Mas conseguimos passear pela rua principal, onde tem o International Marketplace Mall e estava tendo uma feirinha com várias barraquinhas de comidas, onde consegui comprar meu sushi e minha bebida no abacaxi (foto abaixo).

Fomos andando até a praia e chegamos até a famosa estátua do surfista Duke Kahanamoku (foto abaixo), mas não via a hora de conseguir ver melhor a praia durante o dia!

No domingo era a hora de fazer o tour pela ilha de Oahu que havíamos reservado.
Começamos o dia indo até Pearl Harbor, visitamos o Memorial USS Arizona e foi muito legal poder conhecer este lugar histórico, mas o ponto alto pra mim viria depois.

Seguimos para as maravilhosas praias de North Shore, bem diferentes da principal Waikiki e na volta fomos até o mirante do vulcão Diamond Head onde pudemos ter uma vista linda de Waikiki.

Porém, era um passeio com várias paradas e o tempo era curto, então só passamos pelas praias de North Shore rapidamente mas não dava tempo de entrar no mar, então assim que chegamos de volta em Waikiki, fomos dar um mergulho, afinal eu não poderia ir ao Havaí e não dar pelo menos um mergulho, né?

À noite demos mais uma volta pelo centro e na segunda de manhã antes de partir, fomos correr um pouco em frente a praia – ou pelo menos tentar correr porque toda hora víamos uma estátua diferente que não havíamos visto e parávamos pra tirar foto.

Após a corrida, só voltamos para o hotel para tomar um banho e já era a hora de embarcar no nosso lindo navio Anthem of the seas da Royal Caribbean.
Após 5 dias de navegação com muitas atividades, muito ofurô e muita comida, finalmente chegamos na Polinésia Francesa.
O primeiro lugar em que paramos foi Papeete, que é a capital e fica na ilha do Tahiti – a maior da Polinésia Francesa.

Muitos não sabem, mas o Tahiti é justamente a ilha menos paradisíaca da Polinésia. Ele virou nome-símbolo de todo o arquipélago porque lá fica o aeroporto internacional e o centro cultural da região, além de ter sido a primeira ilha descrita por exploradores e pintores europeus, como Paul Gauguin, que retratou o lugar como um verdadeiro paraíso.
Assim, o nome Tahiti acabou representando todas as 118 ilhas da Polinésia Francesa – mesmo que as mais deslumbrantes sejam Moorea, Raiatea e Bora Bora.

Então, de Papeete, fizemos um tour pela ilha do Tahiti que passou pela praia Pointe Venus, famosa por sua areia preta devido à atividade vulcânica e o farol (foto acima) que foi utilizado por James Cook em 1769 para observar o trânsito de Vênus e é um símbolo da história marítima e científica da região.
Depois, visitamos a cachoeira Faarumai, os jardins de Vaipahi, as grutas de Maraa e Mata Va’a e o templo sagrado Marae Mahaiatea, onde podemos ver este “tiki” da foto abaixo. Os “tikis” são esculturas sagradas que representam ancestrais e deuses.

Finalizamos nosso tour na linda praia de Vaiava, onde podemos ver a ilha de Moorea de fundo (foto abaixo).

No dia seguinte, paramos na ilha de Moorea e lá sim é onde pensamos quando pensamos no Tahiti, com aqueles bangalôs clássicos da foto abaixo, que agora vocês já sabem que na verdade não são na ilha do Tahiti, mas sim na ilha de Moorea.

Tiramos foto no mirante chamado Toatea Belvedère e depois fomos para a praia de Temae, onde podemos vê-los ao fundo, só não podemos chegar perto porque é um hotel e eles zelam pela privacidade dos hóspedes. Aliás, acho demais pagar cerca de 1000 dólares por noite para ficar hospedado em um deles, só de ter essa vista deles e poder nadar no mesmo marzão azul já é mais do que suficiente!

De lá, seguimos para outra praia, a de Tiahura, de onde pegamos um barquinho e fomos para uma parte mais afastada, onde pudemos fazer snorkeling e nadar com raias e tubarões (calma, gente, estes tubarões eram bonzinhos). Na foto abaixo, podemos ver um passando bem pertinho de mim.

Com certeza foi a melhor parte de todo o passeio e o lugar mais lindo de todos! Detalhe: todos os passeios foram reservados com antecedência, pela viator ou com o próprio navio.


Nosso terceiro e último dia de parada na Polinésia Francesa foi na ilha de Raiatea. Na verdade, pegamos um barco e fomos até a ilha de Tahaa, que era próxima, para fazer outro snorkeling, mas dessa vez só com corais e peixinhos mesmo (não que tenha sido menos legal, os corais e peixinhos de lá eram bem bonitos)!

Uma pena que o dia estava mais nublado e até choveu um pouquinho em um momento, mas na foto abaixo podemos ver outros bangalôs ali atrás, bem no local onde fizemos o snorkeling! Também era lindíssimo e imagino que seria mais lindo ainda em um dia de céu azul!

No caminho para Tahaa pudemos ver de longe a ilha de Bora Bora também (foto abaixo). Infelizmente, não teríamos tempo suficiente para ir até lá, mas o guia nos disse que acha Tahaa muito mais bonita e que Bora Bora fica muito lotada por ser muito turística então a experiência não é tão legal assim.

De volta para o navio, teríamos mais 5 dias de navegação até chegarmos em Tauranga, na Nova Zelândia, mas infelizmente devido às condições de tempo, o navio não pode atracar. Ficamos bem chateados por não conseguir conhecer a Nova Zelândia, mas não havia nada a ser feito, então acabamos ficando 9 dias direto em navegação pois seriam mais 3 dias após a Nova Zelândia até chegar em Sydney, na Austrália. Abaixo, foto do que conseguimos ver da Nova Zelândia de longe.

Chegamos em Sydney na sexta-feira de manhã. Logo que fomos tomar o café da manhã no navio já podíamos ter uma vista linda da Opera House!

Descemos e fomos deixar as malas no nosso hotel em Darling Harbor, que é um lugar super bonito, cheio de restaurantes e com opção de ferry para Circular Quay, onde fica a Opera House e a Harbor Bridge e também com ferries para o Taronga zoo, onde fomos no dia seguinte.

Bom, optamos por pegar o ônibus hop on hop off e fomos direto para a Opera House (foto acima), mais um sonho realizado! Passeamos pelo local onde tem várias cafeterias e lojas de souvenirs e depois seguimos para a lindíssima praia de Bondi (foto abaixo).

Não deu para dar um mergulho, pois estava frio, mas caminhamos um pouco pela costa onde tem a famosa piscina Bondi Icebergs e seguimos para a Bondi to Coogee coastal walk, uma caminhada de 6km até a praia de Coogee. Infelizmente não teríamos tempo suficiente de fazer a caminhada inteira, mas andamos um pouquinho na trilha até conseguirmos avistar a praia seguinte e voltamos para Bondi para pegar o ônibus de volta.


À noite fomos no shopping Westfield (onde tem a Sydney tower eye) para comer, mas, para nossa surpresa, tudo fechava às 19h (inclusive subir para observação na torre).
Descobrimos logo em seguida que tinha a opção de ir ou no restaurante ou no bar em cima da torre que ficam abertos após este horário, mas no restaurante seria 150 dólares australianos por pessoa para jantar no buffet (além de que teria uma espera de 1 hora para entrar) e no bar teriam apenas drinks e alguns petiscos, porém não quisemos entrar no bar pois estávamos com bastante fome e um pouco cansados também, então decidimos que o faríamos no dia seguinte e fomos comer em uma hamburgueria na rua mesmo.

No dia seguinte acordamos cedinho e fomos para o zoo. No começo, estava chovendo e atrapalhou um pouco o passeio, mas depois o tempo melhorou e finalmente chegamos na parte de ver animais diferentes que só encontramos na Austrália, como os coalas e os cangurus, o que foi muito legal! Eu já tinha visto fotos de pessoas que foram à Austrália e tiraram fotos segurando koalas, mas o rapaz do zoológico explicou que em Sydney não era permitido. Na verdade, não pudemos nem tocar neles e, para tirar uma foto mais de perto, tivemos que pagar 15 dólares australianos a mais por pessoa. É uma daquelas situações onde pensamos “ja estamos na chuva, temos que nos molhar, né”. Pra mim valeu cada centavo para ter essa foto com o bichinho simplesmente mais lindo desse universo!

Depois do zoo, pegamos o ferry de volta para Circular Quay, perto da Opera House e da Harbor Bridge e dessa vez fomos andar um pouco pelo Jardim Botânico de Sydney que fica bem ali pertinho e depois andamos um pouco mais pelas ruas, passando por lugares como a biblioteca e a catedral de Sydney, até chegarmos de volta no shopping Westfield para finalmente subir na Sydney tower eye.

Optamos por subir na parte do bar ao invés de ir na parte somente de observação pois achamos que valeria muito mais a pena. No bar é necessário pagar no mínimo 30 dólares australianos por pessoa de consumação, mas pelo menos estaríamos consumindo algo, enquanto na outra parte deveríamos pagar 39 dólares australianos por pessoa somente para ter a vista.

Foi bem legal porque estava bem na hora do por do sol e tivemos esta vista linda! Foi um ótimo jeito de encerrar nossa curta estadia em Sydney. Voltamos andando até nosso hotel em Darling Harbor e apreciando as luzes e a agitação do sábado à noite na cidade e no dia seguinte bem cedinho já fomos para o aeroporto para pegar nosso voo de volta para o Brasil.

Encerro por aqui mais este capítulo. Até o próximo!














































































































